Além de aprender a Cartografar o Desejo, são apresentados operadores clínicos da esquizoanálise, concebidos como ferramentas práticas para intervir com velocidade e eficácia nos processos terapêuticos.
Ponto de Captura: Identificar onde o desejo começou a ser capturado, esmagando sua multiplicidade sob uma identidade pessoal.
Circuito do Desejo: Mapear como o desejo circula e se repete nos sintomas e relações.
Estrutura da Captura: Compreender o mecanismo que mantém o desejo preso nesse circuito.
Intervenção no Circuito: Realizar intervenções clínicas que deslocam o funcionamento do desejo.
Quando conseguimos localizar onde o desejo foi capturado, a condução de um caso pode mudar completamente.
Muitos impasses clínicos não acontecem por falta de escuta ou de técnica —mas porque ainda não conseguimos perceber como o desejo está sendo produzido e em que circuito ele ficou aprisionado.
A metodologia de Desprogramação do Desejo, baseada na Esquizoanálise, abre um novo campo de leitura clínica. Com ela, você passa a:
Deixar de sentir que o paciente está “rodando em círculos” na terapia
Reconhecer com clareza e distinção o momento, o modo e o ponto de mutação do desejo
Manejar com precisão os operadores de transformação da subjetividade
Conduzir sessões a partir de critérios além da representação clássica do desejo como falta
Desenvolver um olhar clínico com critérios refinados e rigor de análise
Ampliar a capacidade de cartografar os investimentos de desejo no inconsciente
Ver com nitidez através dos afetos confusos
Ganhar segurança na condução de casos clínicos complexos, através da lógica do acontecimento, além dos signos e das imagens.
A esquizoanálise localiza o modo de produção do desejo a partir dos seus agenciamentos maquínicos, o que permite desarmar os dispositivos que o capturam através de suas conexões.
A desprogramação do desejo, quando bem manejada como dispositivo clínico, desloca o modo de colocar e resolver o problema — permitindo que o processo terapêutico encontre novas e autênticas linhas de superação de si e produção de autonomia.
Carlos Costa
Marcelo Michelsohn
Renata Macarini
Maria Luiza
Fabiana
Camillo Mota
Michelli Palmeira
Marcelo Michelsohn
Vivi Tuppy
• Psicólogos e psicoterapeutas
• Psicanalistas e clínicos interessados na esquizoanálise
• Pesquisadores das áreas de saúde mental e subjetividade
• Profissionais que atuam com processos de transformação humana
Se você busca aprofundar sua compreensão sobre o desejo e suas implicações clínicas, existenciais e sócio-políticas, este curso foi pensado para você.
DA REPRESENTAÇÃO DO INCONSCIENTE À PRODUÇÃO DESEJANTE:
Diferença entre Diagnóstico e Cartografia
USO E MAU USO DOS AFETOS:
As 4 Zonas de Passagem ou de Transmutação do Desejo
ANÁLISE DE CASO CLÍNICO:
O Homem dos Lobos - Um só os vários Lobos, sob a perspectiva da cartografia do Desejo de Deleuze e Guattari
DIREÇÃO E LIMIARES DA ATENÇÃO:
As Cinco Camadas da Atenção Clínica
FERRAMENTAS DE INTERVENSÃO CLÍNICA:
Protocolos Clínicos de Cartografia do Desejo
Procedimentos de Recolocação do Problema
Dispositivos de Escuta e Intervensão
Opeadores Clínicos Fundamentais
Processos de Reconexão do Desejo com os Devires Intensivos
CARGA HORÁRIA TOTAL 12 HORAS
ACESSO VITALÍCIO - 12 horas de conteúdo
12 x de R$ 47,06
R$ 455,00 à vista
✔ ACESSO VITALÍCIO
✔ AULAS GRAVADAS
✔ assista quando puder
✔ Certificado de participação (12 horas)
Sim, certificado com carga horária de 16 horas.
Essa é uma dúvida comum — e faz sentido. Estamos acostumados a associar profundidade com quantidade de horas. Mas, na prática clínica, muitas vezes um único operador conceitual bem compreendido pode transformar completamente a leitura de um caso.
Este curso não pretende esgotar toda a esquizoanálise. O objetivo é algo muito mais preciso: apresentar operadores clínicos que permitem localizar onde o desejo foi capturado e como ele está funcionando no caso. Quando esse ponto aparece, a condução da clínica muda imediatamente.
Por isso o formato é intensivo: 16 horas de imersão, focados exatamente nesses dispositivos de leitura e intervenção. Em vez de percorrer muitos conceitos de forma superficial, o encontro aprofunda algumas ferramentas essenciais que reorganizam a maneira de escutar, analisar e intervir na clínica.
Em outras palavras: não se trata de quantidade de conteúdo, mas da clareza do mapa clínico que você passa a ter depois. E muitas vezes isso é o que realmente muda a condução de casos difíceis.
Essa é justamente a situação de muitos profissionais que participam desse tipo de encontro. Com o tempo, acumulamos diversas formações, leituras e abordagens — mas ainda assim alguns casos continuam difíceis de conduzir ou parecem girar em torno das mesmas questões.
A contribuição da esquizoanálise está em oferecer um modo diferente de ler o funcionamento do desejo no processo terapêutico. Em vez de focar apenas no conteúdo das narrativas ou interpretações, ela permite observar como o desejo se organiza, onde ele foi capturado e como certos circuitos se repetem na clínica.
Mesmo para quem já possui uma trajetória sólida de estudo, entrar em contato com esses operadores pode abrir novas possibilidades de leitura e intervenção, especialmente em casos que parecem estagnados ou difíceis de deslocar. Muitas vezes não se trata de aprender mais conteúdos, mas de ganhar um novo mapa para compreender o que já aparece na clínica.
Grande parte das abordagens clínicas trabalha com interpretação de conteúdos psíquicos.
A esquizoanálise opera em outro nível: ela investiga como o desejo é produzido, capturado e organizado. Isso muda radicalmente a forma de ler um caso.
Se um profissional sempre utiliza os mesmos modelos de leitura clínica, ele inevitavelmente verá os mesmos padrões interpretativos.
Entrar em contato com outra cartografia do desejo amplia o campo de percepção e permite enxergar estruturas que antes não apareciam.
Imagine um cartógrafo que sempre usa o mesmo tipo de mapa.
Quando ele recebe um mapa com outra escala e outro sistema de leitura, regiões inteiras que pareciam vazias começam a aparecer.
É muito comum que profissionais experientes tenham uma sensação ao entrar em contato com a esquizoanálise:
“Como eu não tinha visto isso antes?”
Porque ela revela dinâmicas do desejo que muitas abordagens não conseguem localizar com precisão.
Mesmo para quem já estudou muito, um novo operador clínico pode ter um impacto enorme na condução de casos complexos.
Às vezes não falta conhecimento — falta um ponto de leitura diferente.
Quando um terapeuta acredita que já viu tudo, ele corre o risco de fechar o campo de descoberta clínica.
Mas a clínica viva sempre exige novas ferramentas de leitura.
Curiosamente, quem mais se surpreende com a esquizoanálise costuma ser justamente quem já estudou muito.
Porque percebem que ela não substitui as abordagens anteriores — ela reorganiza a forma de olhar para o desejo dentro delas.
Sim. O encontro foi estruturado justamente para tornar os operadores clínicos da esquizoanálise compreensíveis e utilizáveis na prática, mesmo para quem ainda não tem uma formação aprofundada na área.
O foco do curso não é exigir domínio prévio de toda a filosofia da esquizoanálise, mas apresentar ferramentas de leitura clínica que ajudam a identificar onde o desejo foi capturado, como ele circula no caso e quais pontos permitem uma intervenção mais precisa.
Por isso, durante o encontro, os conceitos são apresentados de forma articulada com a clínica. A ideia é que você consiga reconhecer esses movimentos diretamente nos processos terapêuticos, ampliando sua capacidade de leitura e condução dos casos.
Ou seja, mesmo que este seja seu primeiro contato mais direto com a esquizoanálise, o encontro foi pensado para que você possa entrar no raciocínio clínico da abordagem e começar a aplicá-lo na prática.
Essa é uma dúvida muito comum, principalmente porque muitos conteúdos sobre esquizoanálise costumam aparecer de forma muito conceitual. Neste curso, porém, o foco está justamente na dimensão clínica e nos operadores que ajudam a orientar a intervenção terapêutica.
Durante o curso, você aprenderá a identificar onde o desejo foi capturado, como ele se organiza em circuitos e de que maneira isso aparece nos sintomas, nos afetos e nas repetições que surgem no processo terapêutico. Esses elementos funcionam como ferramentas de leitura que ajudam a compreender com mais precisão o que está acontecendo em um caso.
A proposta do curso é justamente aproximar os conceitos da esquizoanálise da prática clínica, oferecendo um modo de escuta e análise que pode ajudar o terapeuta a perceber com mais clareza os momentos decisivos de intervenção em processos terapêuticos complexos.
O curso foi pensado para profissionais que já têm algum contato com processos clínicos, estudos de subjetividade ou pensamento filosófico. Isso inclui psicólogos, psicanalistas, terapeutas, estudantes avançados e pesquisadores interessados na clínica do desejo.
Ao mesmo tempo, não é necessário ter uma formação prévia aprofundada em esquizoanálise. Os operadores apresentados durante o curso são introduzidos de forma clara e articulados com a prática clínica, permitindo que tanto profissionais em formação quanto clínicos experientes possam ampliar sua leitura dos processos terapêuticos.
Essa é justamente a proposta central do encontro. Muitos impasses clínicos surgem quando não conseguimos localizar como o desejo está organizado dentro do processo terapêutico.
A esquizoanálise oferece ferramentas para identificar pontos de captura, circuitos de repetição e estruturas que mantêm certos impasses. Quando esses elementos se tornam visíveis, a condução do caso ganha mais direção e precisão.
Embora a esquizoanálise dialogue profundamente com a filosofia, o foco deste encontro está nos operadores clínicos que emergem desse pensamento.
Durante o curso, os conceitos são apresentados sempre em relação à clínica: como reconhecer certos movimentos do desejo, como localizar pontos de captura e como essas leituras podem orientar intervenções mais precisas no processo terapêutico.
O encontro foi estruturado como uma imersão clínica, com pausas ao longo do dia para descanso e assimilação do conteúdo.
A proposta é criar um espaço concentrado de estudo e reflexão que permita aprofundar os operadores da esquizoanálise sem dispersão. Muitos participantes relatam que o formato intensivo facilita a compreensão, pois possibilita acompanhar o raciocínio clínico de forma contínua.
A principal transformação está na forma de leitura do processo terapêutico.
Quando o terapeuta aprende a identificar onde o desejo foi capturado e como ele circula no caso, passa a perceber com mais clareza certos movimentos que antes apareciam apenas como sintomas confusos ou repetições difíceis de compreender.
Isso não substitui outras abordagens clínicas — mas pode ampliar significativamente a capacidade de análise e intervenção em casos complexos.
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